sábado, 28 de janeiro de 2012

MUSICA BALADA PARA MAR - GAÚCHO

Fluxo Autoral e Estúdio Badulaque apresenta mais um artista brasileiro o músico, cantor e compositor Carlos Grisom (Gaúcho)

A música apresentada chama-se Balada Para Mar.
Não houve uma grande produção musical, pois foi arranjada, gravada, mixada e masterizada em apenas uma tarde.
Produção: Estúdio Badulaque
Letra e vocal: Gaucho
Violões e guitarra: Sarninha
Bateria: Maninho
Bass: Felipe Macaco

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

BOA MÚSICA NO BADULAQUE



DOMINGO DIA 05/02/2012, TEREMOS COMO ATRAÇÃO MUSICAL UMA GUIG FORMADA EXCLUSIVAMENTE PARA ESTA DATA
* MOISES DE OLIVEIRA (MOSA)
* JORGE JUNIOR (TIBURCIO)
* LUÍS ALBERTO (MANINHO)
* CARLOS GRISON (GAUCHO)
UMA DAS LENDAS DA MÚSICA MARINGAENSE O LUTHIER E GUIARRISTA MOISÉIS DE OLIVEIRA ACOMPANHADO DE UM PLAY BACK, INTERPLETARÁ COM SUA GUITARRA UMA SÉRIE DE MÚSICAS DE CONSAGRADOS ARTISTAS, JOE SATRIANI, STEVA VAI, ERIC JOHNSON...
MOISÉS JUNTO DE SEUS AMIGOS FARÁ UM PASSEIO PELA MÚSICA BRASILEIRA. 

REALIZAÇÃO: FLUXO AUTORAL E ESTÚDIO BADULAQUE

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

FORA DO EIXO

MAIS UM PROJETO EM PRÓ DA DESCONTAMINAÇÃO DA MÚSICA BRASILEIRA


Circuito Fora do Eixo é uma rede de trabalhos concebida por produtores culturais das regiões centro-oeste, norte e sul no final de 2005. Começou com uma parceria entre produtores das cidades de Cuiabá (MT), Rio Branco (AC), Uberlândia (MG) e Londrina (PR), que queriam estimular a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos nesta rota desde então batizada de "Circuito Fora do Eixo". 

A rede cresceu e as relações de mercado se tornaram ainda mais favoráveis às pequenas iniciativas do setor da música, já que os novos desafios da indústria fonográfica em função da facilidade de acesso à qualquer informação criou solo ainda mais fértil para os pequenos empreendimentos, especialmente àqueles com características mais cooperativas.

Iniciativas como o Cubo card, de Cuiabá, ou os festivais que se proliferavam em toda a rede mostraram ser possível produzir em escala auto-sustentável, pautando-se sobretudo no contato direto com produtores de outros estados, através de uma rede de informações e sob uma lógica da união de pequenos em prol de grandes ações.

Hoje o Circuito Fora do Eixo está em 25, das 27 unidades federativas do Brasil. O sul, o centro-oeste, o sudeste e o norte são regiões totalmente associados, já que contam com todos os estados inclusos.

Daí iniciativas como o Grito Rock América do Sul, que já vem demonstrando avanço nas relações com a América Latina (Em 2010, das 74 cidades participantes, 4 são de cidades provenientes da Argentina, Bolívia e Uruguai) e também o Festival Fora do Eixo, que em 2010 foi mais uma vez capitaneado em São Paulo, o maior centro logístico do país, além de ter recebido uma edição também no Rio de Janeiro.

Sem contar, finalmente, o Portal Fora do Eixo, que inaugurou uma tão almejada etapa de ocupação de espaços mais bem estruturada na web, facilitando assim o acesso do público ao numeroso banco de dados que vem sendo engendrado pelo circuito em todo o país. Em fevereiro, o Portal entra em uma nova fase, sendo inaugurado em formato de Portal de Noticias e Rede Social, permitindo uma maior troca de tecnologias.



http://foradoeixo.org.br/institucional

PROJETO PRATIQUE O DESAPEGO E INCENTIVE A ARTE






O BADULAQUE ESTÚDIO BAR DE MARINGÁ DA MAIS UM PASSO PARA MANTER VIVA A ARTE INDEPENDENTE DE MARINGÁ.


O projeto tem como objetivo incentivar a divulgação da arte em geral, onde abriremos espaço para venda e troca de objetos usados (roupas, vinil, livros, entre outros...). Participação do Brechó Badulaque.

Interessados em participar do Brechó, favor entrar em contato pelo telefone 3026-8900 à partir das 18 horas.

Atrações:

Obs: Entrada 1 litro de leite ou 1 kg de alimento não perecível para doação.
Será cobrada uma taxa simbólica de R$ 4,00 por mesa para couvert artístico.

Estão todos convidados!

Indústria Fonográfica

A indústria fonográfica
A primeira gravação do qual se tem registro no Brasil é da década de 1910: um samba escrito por Donga e Mauro de Almeida. Era uma gravação totalmente mecânica, reproduzida por fonógrafos. Em 1928, surge a gravação elétrica, predominando os 78 RPM, que continham uma ou duas músicas de cada lado. A melhora da qualidade das gravações só aconteceu em 1950 quando já era possível fazer a mixagem dos discos. Assim, o LP passou a substituir o 78 RPM, agrupando um número maior de músicas. Nos anos 1960 e 1970 as gravadoras passam a criar catálogos de música, ou seja, estabeleciam um padrão de músicos de qualidade. Quem não estivesse nesse catálogo estava excluído da “lista” do que era considerado bom. O catálogo brasileiro incluía músicos como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, entre outros.
Nesse período, as etapas de produção começam a se tornar mais sofisticadas. Desse modo, passaram a custar caro. Portanto, as gravadoras investiam apenas em quem interessava. O lucro passa a ser objetivo maior do que a fomentação da cultura. As majors, como são chamadas as grandes gravadoras, não só determinavam o que as pessoas iriam consumir como música, mas também qual era o estilo do momento, os artistas do momento, o som do momento. Entende-se por majors, as seguintes gravadoras Sony, BMG, Som Livre e EMI.
Nos anos 1980, os LPs passaram a ter custos altíssimos devido a duas crises mundiais de petróleo. Nessa condição, o espaço para viver de música no Brasil era para poucos. Foi nesse período que a música independente no país deu seu primeiro passo com a abertura de pequenas gravadoras. Em 1990, os custos de produção começaram a diminuir por causa dos recursos digitais, que começam a circular. O que parecia ser o declínio da indústria fonográfica era certamente a força das indies, nome pelo qual as gravadoras independentes são conhecidas. O cenário underground começa a ganhar forma física, e, de maneira tímida, consegue explorar o mercado. Atualmente, as gravadoras independentes estão desenvolvendo trabalhos de altíssima qualidade, e possuem estrutura semelhante as das majors.
Mas a grande questão entre as gravadoras comerciais e as independentes é a forma como é enxergado o negócio da música. Um artista independente recebe todos os lucros do seu trabalho, dos shows e dos CDs. Em longo prazo, será possível pagar os custos de produção e ainda obter lucro. Se o projeto contar com alguma lei de incentivo à cultura, praticamente todos os gastos já estão previstos no projeto. Se compararmos essa realidade com a de um contrato padrão de uma major, percebemos uma grande diferença: o rendimento para o artista fica somente em torno de 5% do que é vendido. Assim, torna-se possível que um artista independente, dependendo da sua carreira e do seu público, tenha um retorno financeiro com seus CDs no mínimo igual ao de um contrato com uma major, mesmo que a quantidade produzida seja significativamente menor.

RENAN ZANATA

O artista, compositor, cantor, instrumentista e líder da banda NANAN fala abertamente ao projeto Fluxo Autoral e Estúdio Badulaque
Nesta entrevista Renan Zanata fala sobre sua vida influencia, sua opinião sobre a música independente e sobre seus projetos futuros.
Entrevista realizada no dia 15/01/2012 no Estúdio Badulaque ao projeto Fluxo Autoral.
http://br.myspace.com/music/player?sid=86412401&ac=now

Produção - Luis Alberto

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Projeto Fluxo Autoral



Aconteceu na sexta-feira outubro de 2011, no Tribos Bar, mais uma edição do projeto Fluxo Autoral, que contou com as presenças dos cariocas BNegão & Seletores de Frequência e dos maringaenses do Sollado Brazilian Groove.
A mistura explosiva de Hip-Hop, Ragga, Dub, Jazz, Samba, Soul, Funk Carioca e Rock promovida pelo rapper BNegão e sua banda, os Seletores de Frequência, vem causando bastante impacto no Brasil e no exterior, atraindo um número cada vez maior de ouvintes pelo planeta.
Desde que lançou seu primeiro cd “Enxugando Gelo” (Independente, 2003), o grupo liderado pelo ex-rapper do Planet Hemp já percorreu as principais capitais do país e da Europa, lotando shows em algumas das principais casas de espetáculo destes lugares.
Já o projeto SOLLADO é que um rearrajo musical feito por integrantes da banda MARACATRUTAS, formada em 2007. Assim como tal, tem o objetivo de fazer da amplitude sonora brasileira e mundial seu ofício, sempre somando a quem tem ouvidos antenados a boa música.
Do rock com samba, Hip Hop, Forró, Dub, Maracatus funkeados à grooves apurados, Sollado vem representar os extremos que todos nós temos.
O Fluxo Autoral tem a intenção de dar espaço a bandas independentes para divulgação e produção de bandas independentes de Maringá e região.
A realização é do Tribos Bar, e Badulaque Estúdio Bar.

sábado, 7 de janeiro de 2012




O Estúdio Badulaque juntamente com o projeto Fluxo Autoral iniciou em 2010, um projeto sem trajeto traçado e sem linha de chegada, pois o único intuito é de devolver a música seu lugar a arte
Estúdio Badulaque, empresa localizada na cidade de Maringá Paraná.
Fluxo Autoral, Projeto voltado à divulgação da musica independente.
A partir de agora criamos mais um veiculo de uso coletivo, com o objetivo de reconquistar a atenção e o respeito para com a música assim então cada um que descobrir esta arte, poderá degustar da música como arte, será mais um a juntar-se a esse ainda seleto e desunido grupo de pessoas que não consome a música renomeada pela indústria de produto. Aqui neste espaço apresentaremos artistas independentes, desconhecidos e artistas renomados independentes ou não, mais somente “artistas” não vendedores,
Para artistas independentes e pessoas interessadas em participar, envie matérias, textos e musicas.