quarta-feira, 25 de abril de 2012


SAMBA MEU




É raro o momento da vida,
Penso o que devesse fazer.

Minha cara à tapa, fazendo pirraça

Silenciosa julga de quando e como agir.

Logo esqueço,
Talvez volte ser egoísta,
Sem fazer.

Amo dedico minha vida, no momento do viver.

Porem muitas vidas caminha em busca
Da paz.
Caminho onde as pausas nos faz existir e sofrer.

Dou minha cara à tapa, fazendo pirraça

Perdoe quem esperou um carinho sem dizer.

Afirmo que amo, por mim ficou triste.
Nunca fique, nunca quis o mal.

Eu amo, só não sei como ser! 



sábado, 21 de abril de 2012

QUANDO EU QUERO

Quando quis amar não tive a quem, quando cheguei perto de existir não pude amar; pois não entendi como existir e se dar

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A MÚSICA AINDA RESPIRA


Fluxo Autoral e Estúdio Badulaque apresentam
uma das maiores promessas da música brasileira:

Rafael Morais



Rafael Morais busca uma forma de expressão livre e verdadeira, fazendo música com tudo o que tem no coração, amadurecendo a cada dia ao lado dos músicos André Lauer (bateria), Gabriel Moraes (baixo), Rafael Tressa (guitarra) e Thalisson Picinatto (flauta, acordeon, teclado e escaleta). O quinteto existe há pouco mais de um ano, Rafael possuía algumas boas canções que já ecoavam pela internet sem produção alguma, chegando a pessoas de todo o Brasil, e esse reconhecimento fortaleceu a união e dedicação à produção de um trabalho mais consistente, elevando as novas composições a um nível particular.
Hoje estão trabalhando na produção do primeiro disco homônimo do cantor, que traz pitadas da música brasileira em geral, desde o rock alternativo à ritmos bem nacionais como baião e maracatu.


O ESTÚDIO BADULAQUE REGISTROU QUATRO MÚSICAS EM FORMA DE VÍDEO

CONFIRA:




MORENA


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MARACUJÁ




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TEMPERO



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VIDA


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Rafael Morais - Voz e violão

André Lauer - Bateria

Gabriel Moraes - Bass

Thalisson Picinatto - Piano/flauta/acordeon/ escaleta

Matheus Vilela - Guitarra

Áudio - Luís Alberto (maninho)

Vídeo - Alan Rodrigo


Realização - Estúdio Badulaque


Shows: 44 8827-2998, Gabriel Moraes, Paquiderme Records.

segunda-feira, 16 de abril de 2012



Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde






                                                                     1854 - 1900

Em seu único romance, O Retrato de Dorian Gray, considerado por críticos como obra-prima da literatura inglesa, Oscar Wilde trata da arte, da vaidade e das manipulações humanas,
Já em várias de suas novelas como, por exemplo, O Fantasma de Canterville, Wilde critica o patriotismo da sociedade.
Em seus contos infantis preocupou-se em deixar lições de moral através do uso de linguagem simples. O
No teatro, escreveu nove dramas, muitos ainda encenados até hoje
Wilde destacou-se como poeta, principalmente na juventude. Rosa MysticaFlores de Ouro são alguns trabalhos conhecidos nesse campo.
Wilde foi um mestre em criar frases, marcadas por ironia, sarcasmo e cinismo.

·         Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.
                   
·         A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.
 ·         A vida é muito importante para ser levada a sério.
  ·         Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal.
  ·         Devem-se escolher os amigos pela beleza, os conhecidos pelo caráter e os inimigos
·         pela inteligência.
  ·         As mulheres existem para que as amemos, e não para que as compreendamos.
  ·         A melhor maneira de começar uma amizade é com uma boa gargalhada. De terminar com ela, também.
  ·         Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo.
  ·         Ah! Não me diga que concorda comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado.
 ·         Não deixe de perdoar os seus inimigos - nada os aborrece tanto.
  ·         Quando eu era jovem, pensava que o dinheiro era a coisa mais importante do mundo. Hoje, tenho certeza.
  ·         Aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo.
  ·         O pessimista é uma pessoa que, podendo escolher entre dois males, prefere ambos.
  ·         Um homem pode viver feliz com qualquer mulher desde que não a ame.
   ·         A ambição é o último recurso do fracassado.
  ·         Posso resistir a tudo, menos à tentação.
  ·         O descontentamento é o primeiro passo na evolução de um homem ou de uma nação.
  ·         A experiência é o nome que damos aos nossos erros.
  ·         Ser grande significa ser incompreendido.



Joaquim Roberto Corrêa Freire 





Joaquim Roberto Corrêa Freire nasceu em São Paulo no dia 18 de janeiro de 1927. Formou-se em Medicina, na Universidade do Brasil/RJ em 1952. Enquanto estudante, e após a sua formatura, trabalhou como pesquisador em eletrofisiologia e em biofísica celular no Instituto de Biofísica da Universidade do Brasil, sob a orientação do professor Carlos Chagas Filho.
Em 1953 foi trabalhar no Collège de France, em Paris, desenvolvendo trabalhos de endocrinologia experimental, sob orientação do professor Robert Courrier. Publicou vários trabalhos nas revistas das Academias de Ciências do Rio de Janeiro e de Paris.
Após alguns anos trabalhando como endocrinologista clínico, Freire realiza sua formação em Psicanálise através da Sociedade Brasileira de Psicanálise/SP, com o prof. Henrique Schlomann. Em 1956, realiza trabalhos de acompanhamento clínico no Centro Psiquiátrico Franco da Rocha/ SP.
A partir deste período Freire busca novas fontes de pesquisa, realizando estágios no exterior. Em Bioenergética, com os discípulos de Wilhem Reich, em Paris; e em Gestalterapia, com os discípulos de Frederich Perls, em Bourdeaux. Suas divergências teóricas e ideológicas se ampliam e Freire acaba se distanciando da psicanálise, ao mesmo tempo em que se aproxima cada vez mais do campo artístico, literário e político brasileiro.
Roberto Freire, militante clandestino lutando contra a ditadura militar, não encontrava na Psicanálise nem na Psicologia tradicional as ferramentas necessárias que auxiliassem nos conflitos emocionais e psicológicos de seus companheiros de luta que o procuravam buscando algum tipo de ajuda. Foram principalmente as pesquisas de um cientista renegado pelo meio acadêmico – considerado por muitos como o dissidente mais radical da Psicanálise – Wilhelm Reich, que influenciaram Freire na criação de uma nova técnica terapêutica corporal e em grupo.
A Soma nasceu de uma pesquisa sobre o desbloqueio da criatividade, realizada no Centro de Estudos Macunaíma, com as contribuições de Miriam Muniz e Sylvio Zilber. Através de exercícios teatrais, jogos lúdicos e de sensibilização, Roberto Freire foi criando uma série de vivências que possibilitavam uma rica descoberta sobre o comportamento, suas infinitas e singulares diferenças. Perceber como o corpo reage diante de situações comuns no cotidiano das relações humanas, como a agressividade, a comunicação, a sensualidade, e sua associação com os sentimentos e emoções, permite um resgate daquilo que nos diferencia enquanto individualidade, para criar um jeito novo, a originalidade contra a massificação. Assim, a Soma se construiu como um processo terapêutico com conteúdo ideológico explícito, o Anarquismo.
Simultaneamente a vida científica, desenvolveu atividades artísticas e culturais, desde seu retorno da Europa, especialmente no campo da poesia e do teatro. Desta época resultou um trabalho de poesia ainda inédito: Pé no Chão, Roupa Suja, Olho no Céu. A maioria desses poemas foi musicada pelo compositor Caetano Zama, sendo que um deles (Mulher Passarinho) teve gravação de Agostinho dos Santos, no período inicial da bossa nova.
No Teatro, Freire foi diretor das peças Escurial, de Michel Guelderhode e Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, além de autor e co-diretor de O&A, (co-direção com Sionei Siqueira). A peça Morte e Vida Severina é sempre muito lembrada por diretores e atores, pois foi a revelação de um jovem músico: Chico Buarque. Além disso, esta peça, de 1965, enaltecia dois pilares essenciais no teatro: a sua alta qualidade artística associada ao trabalho de mobilização do grupo de atores, músicos e diretores. Esses elementos foram fundamentais na superação da estrutura material ainda precária, e impulsionaram o grupo de tal maneira que, no ano seguinte, a peça obtivesse o primeiro lugar no Festival de Teatro de Nancy/ França.
Freire trabalhou também em funções administrativas, como Presidente da Associação Paulista da Classe Teatral; Diretor do Serviço Nacional de Teatro; e Diretor Artístico no TUCA (Teatro da Universidade Católica de São Paulo). Na Música, Freire foi letrista e jurado de diversos Festivais da MPB. Nesta época trabalhava para a TV Globo na criação e redação (em parceria com Max Nunes) no programa A Grande Família. Mesmo assim, Roberto Freire e o grupo de jurados – Nara Leão (presidente), Rogério Duprat, Décio Pignatari, Sérgio Cabral, César Camargo Mariano, Big Boy, entre outros – decidem que Freire seria o representante do júri nacional que leria o manifesto assinado por eles no palco do Maracanãzinho. O pesquisador Zuza Homem de Mello, em seu livro A Era dos Festivais, uma parábola (2003, Editora 34, p.429), descreve claramente de que maneira os resultados dos Festivais passaram a ser ditados pelos interesses ligados à ditadura militar e enfoca o papel de Roberto Freire no último FIC (Festival Internacional da Canção da TV Globo). “Ao tentar ler no palco do VII FIC um manifesto contra a destituição do júri nacional, Roberto Freire foi violentamente arrastado por policiais, que o levaram a uma sala e o espancaram barbaramente (…) Terminava a Era dos Festivais”.
Em televisão, Freire foi autor de Teleteatro, exibido na TV Record e na Rede Globo. No Cinema fez a Direção e Roteiro do longa-metragem Cleo e Daniel, com Miriam Muniz, John Herbert, Beatriz Segall, Irene Stefânia (no papel de Cleo), Chico Aragão (como Daniel). O roteiro é uma adaptação do romance homônimo, escrito por Freire em 1966, inspirado na tragédia “Daphnis e Chloe” do poeta romano Longus. O primeiro livro de Freire é reconhecido como um marco para as gerações de 1960 e 1970, que se identificava fortemente com os conflitos familiares e amorosos das personagens.
No jornalismo Freire foi repórter e redator de medicina e saúde pública no jornal OESP; diretor-responsável e redator do jornal Brasil Urgente; cronista do jornal A Última Hora/ SP; repórter da revista Realidade, Editora Abril, na qual obteve o Prêmio Esso com a reportagem Meninos do Recife; Diretor de reportagem da revista Bondinho; Editor da revista Grilo (histórias em quadrinhos).
Na área da Educação, foi assessor do prof. Paulo Freire no Plano Nacional de Alfabetização de Adultos, associando as pesquisas pedagógicas a um movimento nacional de cultura popular. Este trabalho foi interrompido após 1964. Além desta experiência, Roberto Freire foi professor na disciplina Psicologia do Ator na Escola de Artes Dramáticas da USP, então dirigida por Alfredo Mesquita, onde acumulava a função de médico clínico dos alunos. Em 1958, a convite dos alunos e por insistência do amigo e mestre Alberto D’Aversa, também professor da EAD e recém chegado da Argentina, escreveu a peça Quarto de Empregada, cujos dois únicos papéis eram representados (como exercício didático) pelas alunas Ruthnéia de Moraes e Assunta Peres. Quarto de Empregada é, até hoje, a peça mais encenada de Roberto Freire.
Em todas as atividades às quais se dedicou – psicanálise, teatro, televisão, jornalismo e a literatura – Roberto Freire deixou suas marcas. Porém, segundo o próprio Freire, a Somaterapia foi a sua principal contribuição enquanto teórico e libertário.



“Quem começa a entender o amor, a explicá-lo, a qualificá-lo e quantificá-lo, já não está amando.


“Porque eu te amo, tu não precisas de mim.Porque tu me amas, eu não de ti. No amor, jamais nos deixamos nos completar. Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessarios.”


“Isso de a gente querer ser exatamente o que a gente é,
ainda vai nos levar além.”














Buscando artigos sobre sentimentos me deparei com esta matéria 



  • suicídio egoísta: quando o indivíduo não está integrado à instituição, sente separado da sociedade, distante das correntes sociais. Não existe integração o indivíduo não se sente parte integrante do grupo ou redes sociais que regulam as ações e imprimem disciplina e ordem (família, religião, trabalho, etc.), os indivíduos apresentam desejos que não podem satisfazer-se. Quando esse egoísmo acaba frustrando-se leva as ondas sociais de suicídio. Também pode aparecer quando a pessoa se desvincula das redes sociais, sofrendo de depressão, melancolia, e outros sentimentos.
  • suicídio altruísta: é o oposto do suicídio egoísta, o suicida altruísta se revela quando o indivíduo se identifica com uma causa nobre, com a coletividade, essa identificação deve ser tão intensa que este acaba renegando a própria vida pela sua identificação. Está excessivamente integrado ao grupo, frequentemente está regulada por laços culturais, religiosos ou políticos, essa integração acaba sendo tão forte que o indivíduo acaba sacrificando sua própria vida em favor do grupo (Mártires, Kamikases, etc.).
  • suicídio anômico: deve-se a um desregramento social, ocorre depois da mudança na vida de um indivíduo (ex: divórcio, perda de emprego), o que desorganiza os sentimentos de relação com o grupo em que não existem normas ou estas perderam o sentido. Quando os laços que prendem os indivíduos aos grupos se afrouxam.


Fonte =  Durkheim e a sociologia

"É impressionante como o homem precisa definir, ao ponto de estar vivo e classificar a ação de outro que já não existe para se expressar"


quinta-feira, 5 de abril de 2012




COLEÇÃO DE LP IMPORTADOS A VENDA

  • Todos os discos são importados do Japão
  • Os discos usados estão em perfeito estado
  • Contém alguns álbuns sem uso - lacrados
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BEATLES - RUBBER SOUL - 1965




R$ 440,00


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BEATLES - HEY JUDE -1970




R$ 385,00


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BLOOD, SWEAT E TEARS - 1968




R$ 140,00


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DEEP PURPLE - MACHINE HEAD - 1972




R$ 100,00


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DEEP PURPLE - COME TASTE THE BAND - 1975






R$ 245,00


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DEEP PURPLE - LIVE IN JAPAN - 1972




R$ 280,00


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DEEP PURPLE - LAS CONCERT IN JAPAN - 1977





R$ 230,00

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DEMON - THE PLAGUE - 1983


R$ 120,00

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DIO - DREAM EVIL - 1987


R$ 55,00

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DIRE STRAITS - COMMUNIQUÉ - 1979



R$ 95,00

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ELTON JOHN - MADMAN ACROSS THE WATER - 1972


R$ 115,00

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FLEETWOOD MEC - HEROES... 1975


R$ 55,00

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JOHN COLTRANE - THE COLTRANE LEGACY - 1970


R$ 270,00

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KANSAS - KANSAS - 1974


R$ 80,00

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KANSAS - LEFTOVERTURE - 1976


R$ 85,00

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LED ZEPPELIN - 1969


R$ 210,00

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LED ZEPPELIN - III - 1970


R$ 270,00

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LED ZEPPELIN - CODA - 1982


R$ 230,00

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PAUL SIMON - GRACELAND - 1986


R$ 65,00

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PINK FLOYD - DARK SIDE OF THE MOON - 1973


R$ 410,00

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QUEEN - NEWS OF THE WORLD - 1977



R$ 230,00

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QUEEN - A DAY AT THE RACES - 1976



R$ 125,00

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RAINBOW - ON STAGE - 1977


R$ 250,00

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RAINBOW - LON LIVE ROCK N ROLL - 1978


R$ 89,00

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RAINBOW - RISING - 1976


R$ 165,00

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RICK WAKEMAN - JOURNEY TO THE CENTRE - 1974


DUAS UNIDADES R$ 150,00 CADA

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RICK WAKEMAN - THE MYTHS AND LEGENDS... - 1975


R$ 135,00

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ROBERT PLANT - FATE OF NATIONS - 1993


R$ 95,00

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SANTANA - MARATHON - 1979


R$ 160,00

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SANTANA - BEYOND APPEARANCES - 1984


R$ 135,00

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SCORPIONS - IN TRANCE - 1976


R$ 145,00

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SCORPIONS - SAVAGE AMUSEMENT - 1988


R$ 120,00

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THE DOORS - 1967


R$ 340,00

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TABELA COM VALORES


comprando toda a coleção
De R$ 6.244,00
para R$ 5.500,00

Contato:

email : maninho@badulaqueestudiobar.com.br

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fone : (044) 3026-8900